Vida

17 de novembro de 2011 1 comentários



Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amada,
mas também já fui rejeitada,
fui amada e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!

Viva!!

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.

Augusto Branco

Adaptado

Na expectativa

13 de outubro de 2011 0 comentários

até lá eu perco todas as unhas.

Aos apreciadores da boa música

20 de julho de 2011 2 comentários




Do meu ser

27 de junho de 2011 2 comentários

Eu sinto minhas forças renovadas, não sei por que mas sinto.
É como se eu etivesse vivendo tudo pela primeira vez.

Minha caixa de e-mail congestionou de tantos pedidos dizendo: "volta", "cadê você", "estou sentido falta de suas lamentações", "porque você sumiu?" rsrsrsrsr
Galera, eu não sumi, não abandonei o blogue, simplesmente não tenho mais o tempo de antes, por isso a demora em atualizá-lo. Ok!


Voltarei em breve.



29 de abril de 2011 4 comentários

Sabe quando sua vida

pode mudar de uma hora

pra outra?


Hoje eu estou completamente

perdida, sem rumo, sem ideia.


Vagando num vazio profundo

de minha dor.

Thor

5 de março de 2011 5 comentários

Eu o desejei por muito tempo. Desde minha última experiência, eu a classifico como traumática, porque eu nunca esqueci a forma como ele foi tirado de mim.

Depois de anos desejando outro não para completar o vazio deixado pelo anterior, mas para viver comigo o que não foi direito do outro. A possibilidade de tê-lo me foi dada. E eu o quis.

Ele chegou e me cativou; tomou toda a minha atenção para ele, dia e noite fazendo suas vontades e corrigindo os seus erros ou traquinagens de seu instinto, foram tantas que eu nem sei ao certo.

Foram três meses de risos e de raivas; porém, do jeito que ele chegou, também se foi, inesperado.

A primeira perda do ano, as lágrimas escorrem no meu rosto toda vez que eu lembro dele, porque é impossível não lembrá-lo, ele era a minha sombra, a carinha dele olhando para mim, pedindo carinho, a euforia dele toda vez que eu abria a geladeira - queria sempre o gelinho dele para refrescar a boca.

Quando, no silêncio do dia ou da noite, principalmente, eu escutava o seu choro num sonho que eu nunca vou saber qual era. O meu coração apertava, pois eu não queria nada de ruim para ele nem em sonho.
Cada parte da minha casa me lembra o Thor, eu sei que daqui a pouco eu não vou mais chorar, a dor vai diminuir, mas a lembrança do mais meigo e mais peralta de todos os cães, essa ninguém poderá tirar de mim.

Quando estamos com nossos cães,
não há espaço para a solidão de
espírito. Temos uma relação.