E de repente, do momento de saudades e lembranças, fez-se o silêncio do inesperado.
O que houve?
Parece que nada mudou.
A certeza do momento
18 de outubro de 2010 2 comentários
De Janeiro a Janeiro
Nando Reis
Não consigo olhar no fundo dos seus olhos
E enxergar as coisas que me deixam no ar, me deixam no ar
As várias fases, estações que me levam com o vento
E o pensamento bem devagar
Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra não me entregar
As loucuras que me levam até você
Me fazem esquecer, que eu não posso chorar
Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar
O universo conspira a nosso favor
A conseqüência do destino é o amor, pra sempre vou te amar
Mas talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor, não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar
Passou rapidinho
16 de outubro de 2010 4 comentários
De início, ele foi criado simplesmente por curiosidade, achava até que não teria paciência de mantê-lo atualizado. Mas, depois de um tempo, eu percebi que por meio do blogue eu aprendi a me entender melhor.O blogue é para mim uma forma de eu desabafar o que não tenho coragem de falar, pois, para mim, escrever é sinônimo de pensar e falar é sinônimo de impulsividade. Com o blogue, eu aprendi que sou melhor escrevendo.
Além disso, eu conheci pessoas que hoje eu tenho um carinho imenso, que eu faço questão de comentar em seus blogues, de ler seus textos, enfim, pessoas que se tornaram queridas por mim.
Já pensei várias vezes em excluí-lo, já tenho até um texto pronto, caso esse dia chegue. Mas penso que ainda não é o momento. Confesso que há algumas semanas ele anda meio desatualizado, mas, quando não tenho nada de (des)interessante para postar, o melhor é ficar quieto e ouvir o silêncio, dizem que faz um bem danado à mente.
Bom, é isso, e, para encerrar, uma frase de Clarice Lispector:
"Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever."
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